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		<title>Benefício de medicamentos contendo orlistato continua a ser superior ao risco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: RCM Pharma</p> <p>Após finalização da revisão de segurança dos medicamentos contendo orlistato relativa ao risco de lesão hepática grave, o Comité de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia do Medicamento (EMA) concluiu que o benefício destes medicamentos continua a ser superior ao risco no tratamento de doentes obesos ou com excesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: RCM Pharma</p>
<p>Após finalização da revisão de segurança dos medicamentos contendo orlistato relativa ao risco de lesão hepática grave, o Comité de Medicamentos de Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia do Medicamento (EMA) concluiu que o benefício destes medicamentos continua a ser superior ao risco no tratamento de doentes obesos ou com excesso de peso (IMC igual ou superior a 28 kg/m²), avança o Infarmed, em comunicado.</p>
<p>O Resumo das Características do Medicamento (RCM) e o Folheto Informativo (FI) dos medicamentos contendo orlistato já reflectem o risco de ocorrência de efeitos secundários como hepatite, litíase biliar e alterações nos níveis séricos de enzimas hepáticas.</p>
<p>O CHMP encontra-se a uniformizar a informação de segurança dos medicamentos contendo orlistato aprovados, para garantir a harmonização da informação sobre os possíveis e muito raros efeitos secundários relacionados com o fígado.</p>
<p>A revisão de segurança para os medicamentos contendo orlistato começou em Agosto de 2011, a pedido da Comissão Europeia e no seguimento de várias notificações espontâneas de lesões hepáticas graves que foram registadas ao longo de alguns anos.</p>
<p>O CHMP reviu todos os dados disponíveis sobre o risco de lesão hepática e outros efeitos secundários associados ao orlistato, incluindo dados pós-comercialização, dados de estudos que suportaram a autorização de comercialização e de estudos de base populacional publicados na literatura. Foram também revistos os resultados de uma análise “esperado versus observado” de relatórios de lesões hepáticas, conduzidos pelos titulares de Autorização de Introdução no Mercados (AIM) a pedido do Comité.</p>
<p>O CHMP considerou não existir evidência de que o orlistato aumente o risco de lesão hepática grave. Por outro lado, desconhece-se o mecanismo pelo qual o orlistato possa provocar doenças hepáticas.</p>
<p>O Comité concluiu que o número de reacções hepáticas graves notificadas foi reduzido e inferior à taxa prevista face ao elevado número de utilizadores destes medicamentos (mais de 53 milhões de pessoas em todo o mundo e mais de 20 milhões na União Europeia).</p>
<p>Não foi identificado nenhum padrão no tipo de problemas hepáticos e, na maioria dos casos notificados, estavam subjacentes outros factores susceptíveis de aumentar o risco de lesão hepática, tais como, problemas de saúde pré-existentes ou a utilização de outros medicamentos.</p>
<p>O Comité considerou ainda haver casos muito raros de lesão hepática grave para os quais a causalidade com orlistato não pode ser excluída, mas também não pode ser imputada.<br />
O Comité verificou também que os estudos de base populacional publicados sugerem que a obesidade pode estar associada a um maior risco de doença hepática.</p>
<p>Do exposto, a EMA e o Infarmed informam que:<br />
- os benefícios dos medicamentos contendo orlistato continuam a ser superiores aos riscos;<br />
- não há alteração nas condições de utilização destes medicamentos;<br />
- foram notificados e encontram-se listados no RCM e FI dos medicamentos contendo orlistato alguns problemas hepáticos, incluindo reacções graves e muito raras, como hepatite e outras doenças hepáticas. Contudo, não existe evidência de que o orlistato tenha provocado estas reacções;<br />
- os doentes devem parar de tomar orlistato e informar o seu médico sempre que sintam algum sintoma sugestivo de doença hepática como, por exemplo, pele e olhos amarelados, comichão, urina escurecida, dor de estômago e hipersensibilidade dolorosa do fígado (dor sob a parte frontal da caixa torácica), às vezes, com perda de apetite.</p>
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		<title>Pfizer coloca holograma nas embalagens de Viagra®</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/pfizer-coloca-holograma-nas-embalagens-de-viagra/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: RCM Pharma</p> <p>Para evitar a perda de milhões de euros com a venda de falsificações do seu medicamento mais popular, o Viagra® (indicado para a disfunção eréctil), a Pfizer vai manter a cor do comprimido azul, mas decidiu mudar a aparência exterior de todas as embalagens, escreve o Diário Económico.</p> <p>A mudança mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: RCM Pharma</p>
<p>Para evitar a perda de milhões de euros com a venda de falsificações do seu medicamento mais popular, o Viagra® (indicado para a disfunção eréctil), a Pfizer vai manter a cor do comprimido azul, mas decidiu mudar a aparência exterior de todas as embalagens, escreve o Diário Económico.</p>
<p>A mudança mais visível decidida pela multinacional norte-americana é a incorporação de um holograma na caixa que, tal como acontece com as notas, utiliza novas tecnologias e sistemas de segurança para dificultar a cópia.</p>
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		<title>Abbott recebe parecer positivo da EMA para HUMIRA® no tratamento da Colite Ulcerosa</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/abbott-recebe-parecer-positivo-da-ema-para-humira-no-tratamento-da-colite-ulcerosa/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: RCM Pharma</p> <p>O Abbott anunciou, em comunicado de imprensa enviado ao RCM Pharma, que o Comité Europeu dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) emitiu um parecer positivo para HUMIRA® (adalimumab) em adultos com colite ulcerosa activa moderada a grave, que responderam de forma inadequada ou têm contra-indicações médicas para terapêuticas convencionais.</p> <p>Com base [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: RCM Pharma</p>
<p>O Abbott anunciou, em comunicado de imprensa enviado ao RCM Pharma, que o Comité Europeu dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) emitiu um parecer positivo para HUMIRA® (adalimumab) em adultos com colite ulcerosa activa moderada a grave, que responderam de forma inadequada ou têm contra-indicações médicas para terapêuticas convencionais.</p>
<p>Com base no parecer positivo do CHMP, aguarda-se uma decisão final da Comissão Europeia nas próximas semanas. Após esta decisão, HUMIRA® será a primeira terapêutica biológica de auto administração disponível para pessoas com colite ulcerosa moderada a grave.</p>
<p>A colite ulcerosa é uma doença inflamatória crónica do intestino que provoca inflamação no cólon e pode levar a complicações com risco de vida para os doentes. Não há cura conhecida para a colite ulcerosa excepto remoção cirúrgica do cólon.</p>
<p>Estima-se que esta doença afecte até 1,2 milhões de pessoas na União Europeia, sendo que cerca de 25 por cento serão submetidas, durante o seu período de vida, a algum tipo de cirurgia para tratamento dos seus sintomas.</p>
<p>&#8220;Um diagnóstico de colite ulcerosa pode ser devastador; pode condicionar a vida dos doentes, provocar dores, hemorragias e períodos de hospitalização&#8221;, afirmou John Leonard, MD, senior vice-president de I&amp;D do Abbott. &#8220;O parecer positivo é um passo em frente para que HUMIRA® possa ser disponibilizado aos doentes com colite ulcerosa em toda a União Europeia e reforça o nosso compromisso de longo prazo, para com as pessoas com doença inflamatória do intestino&#8221;.</p>
<p>O parecer positivo do CHMP é suportado em dois ensaios clínicos de Fase III que avaliaram a remissão clínica em doentes adultos com colite ulcerosa moderada a grave, tratados com HUMIRA®.</p>
<p>HUMIRA® terá indicação para o tratamento da colite ulcerosa activa, moderada a grave, em doentes adultos que tiveram uma resposta inadequada à terapêutica convencional, incluindo corticosteroides e 6-mercaptopurina (6 &#8211; MP) ou azatioprina (AZA), ou que são intolerantes ou têm contra-indicações médicas para estas terapêuticas.</p>
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		<title>UE aprova Caprelsa® da AstraZeneca para o cancro da tiróide</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/ue-aprova-caprelsa-da-astrazeneca-para-o-cancro-da-tiroide/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: RCM Pharma</p> <p>O Caprelsa® (Vandetanib) da AstraZeneca recebeu aprovação da Comissão Europeia para o tratamento de cancro agressivo e sintomático medular da tiróide (CMT) em pacientes com doença localmente avançada ou metastática irressecável, anunciou a empresa na terça-feira. De acordo com a farmacêutica, o inibidor da quinase oral é o primeiro tratamento autorizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: RCM Pharma</p>
<p>O Caprelsa® (Vandetanib) da AstraZeneca recebeu aprovação da Comissão Europeia para o tratamento de cancro agressivo e sintomático medular da tiróide (CMT) em pacientes com doença localmente avançada ou metastática irressecável, anunciou a empresa na terça-feira. De acordo com a farmacêutica, o inibidor da quinase oral é o primeiro tratamento autorizado para CMT avançado na UE, avança o site FirstWord.</p>
<p>A aprovação, que seguiu uma recomendação positiva da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) em Novembro, baseou-se em dados de estudos de fase final, incluindo do estudo ZETA. O estudo incluiu 331 pacientes com CMT avançado que tinha progredido e se tinha espalhou para outras partes do corpo. Os resultados mostraram uma redução de 54% do risco de progressão da doença com o Caprelsa® em comparação com placebo.</p>
<p>O produto, que os analistas prevêem que pode gerar vendas de 128 milhões de dólares em 2016, ganhou a aprovação nos EUA em Abril passado.</p>
<p>O Caprelsa® também está aprovado no Canadá e está sob revisão reguladora na Rússia, Suíça, Brasil, México, Argentina e Austrália.</p>
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		<title>Grandes farmacêuticas rendidas aos genéricos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:11:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: RCM Pharma</p> <p>O negócio dos genéricos é tão legítimo quanto o dos medicamentos protegidos por patentes. Além disso, os medicamentos genéricos são apetecíveis em tempo de crise, porque garantem a mesma qualidade e eficácia a preços mais baixos. São cada vez mais as pessoas que compram genéricos, daí que não seja de estranhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: RCM Pharma</p>
<p>O negócio dos genéricos é tão legítimo quanto o dos medicamentos protegidos por patentes. Além disso, os medicamentos genéricos são apetecíveis em tempo de crise, porque garantem a mesma qualidade e eficácia a preços mais baixos. São cada vez mais as pessoas que compram genéricos, daí que não seja de estranhar que muitos grupos farmacêuticos já apostem neste mercado, com empresas dedicadas em exclusivo aos genéricos, coabitando de forma tranquila com o segmento de medicamentos de marca, escreve o Diário Económico.</p>
<p>Nestes casos, as questões comerciais ditam muitas vezes as decisões e a produção de genéricos por parte de farmacêuticas inovadoras até se torna mais fácil, pela não necessidade de investimento. Assim, a aposta permitirá aumentar as receitas sem grandes custos. O grupo português Tecnimede, por exemplo, opera no mercado dos genéricos através da Farmoz – que comercializa genéricos com o nome da empresa e produtos de ‘consumer healthcare’ &#8211; e da Pentafarma, que comercializa genéricos commarca de fantasia. António Donato, administrador do grupo, diz ao DE que “o volume de negócios da Farmoz cresceu 10%, atingindo os 14 milhões de euros, enquanto a Pentafarma registou vendas no valor de 15 milhões de euros”.</p>
<p>O responsável assume que 2012 se perspectiva um ano difícil , sobretudo “se existirem novas descidas de preços, agravadas pela recente legislação de prescrição por DCI”, que , diz, “prejudicam o crescimento dos genéricos”. Mas avança que a empresa “está preparada para o pior cenário”.</p>
<p>Também a Novartis, companhia multinacional presente em 140 países, actua no mercado de genéricos, através da Sandoz, actualmente no quarto lugar do ranking nacional das companhias.</p>
<p>Mas a empresa “pretende alcançar o terceiro lugar”, diz ao DE Luís Rocha, director de relações externas e acesso ao medicamento da Novartis que explica que a empresa pretende atingir esse objectivo “não só através da disponibilização de medicamentos genéricos a preços acessíveis, mas também pelo investimento em tecnologias inovadoras ao serviço do desenvolvimento e da produção de medicamentos diferenciados”.</p>
<p>A aquisição, em 2009, da EBEWE Pharma, especialista em genéricos injectáveis para a área de oncologia “foi um passo importante nessa direcção”, assume Luis Rocha.</p>
<p>Actualmente são 65 as empresas que actuam no mercado de genéricos em Portugal, entre as que trabalham em exclusivo neste mercado e os grandes grupos que já se renderam a este segmento.</p>
<p>A maior empresa farmacêutica portuguesa, a Bial, é a que mais aposta em I&amp;D, mas não deixou de se seduzir pelo mercado de genéricos. O mesmo aconteceu com a AstraZeneca que vê neste segmento, uma oportunidade para expandir o acesso às moléculas, a preços reduzidos, depois do fim das patentes e com a GlaxoSmithKline. O grupo Jaba Recordati, que vende medicamentos para mais de cem países, também actua no mercado de genéricos através da Jaba Genéricos, detendo, actualmente, uma quota de mercado de 1,4%, mas ambicionado atingir os 2,5%, como assume, em delcarações ao DE, Jorge Norte Martins, Generics&amp;Consumer Health Business Director da Jaba Recordati.</p>
<p>Outros exemplos são a Bluepharma, que aspira a estar entre as empresas mais representativas do sector dos genéricos, e a Lilly Portugal.</p>
<p>Também a Sanofi percebeu o quanto é apetecível este mercado e resolveu diversificar o negócio, adquirindo empresas fabricantes de genéricos. O portfólio das empresas Zentiva, Medley e Kendrick estão a contribuir para concretizar este objectivo. Esta aposta da Sanofi já tornou a multinacional líder de mercado neste segmento na América Latina e Central e Europa de Leste.</p>
<p>A MSD que sempre revelou relutância em entrar neste mercado, rendeu-se em 2010, a este segmento, através da parceria com a Sun Pharma, que visa desenvolver, fabricar e comercializar novas combinações e formulações de genéricos inovadores de marca nos mercados emergentes.</p>
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		<title>Siemens promove saúde sem fronteiras</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/siemens-promove-saude-sem-fronteiras/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: RCM Pharma</p> <p>Com o objectivo de apoiar a gestão eficaz da prestação de cuidados de saúde transfronteiriços, a Siemens, através do sector Healthcare, está a desenvolver e implementar o Sistema de Gestão de Acordos Internacionais (SIGAI), avança a empresa, em comunicado.</p> <p>A coordenação dos serviços de Saúde e Segurança Social dos vários países [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: RCM Pharma</p>
<p>Com o objectivo de apoiar a gestão eficaz da prestação de cuidados de saúde transfronteiriços, a Siemens, através do sector Healthcare, está a desenvolver e implementar o Sistema de Gestão de Acordos Internacionais (SIGAI), avança a empresa, em comunicado.</p>
<p>A coordenação dos serviços de Saúde e Segurança Social dos vários países europeus é uma tarefa complexa mas necessária, dado que a legislação europeia dá aos cidadãos dos Estados-Membros da União Europeia o direito a serem assistidos em qualquer país.</p>
<p>As regras de coordenação entre os vários países foram modernizadas recentemente, o que, no caso português, veio atribuir novas responsabilidades à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), no âmbito da gestão dos cuidados transfronteiriços.</p>
<p>Neste contexto, o sector Healthcare da Siemens tem vindo a intervir como consultor no planeamento, desenvolvimento e implementação de um Sistema de Gestão de Acordos Internacionais (SIGAI). Este visa garantir a gestão correcta e eficiente de contas, fazendo a articulação entre a ACSS, as Administrações Regionais de Saúde, as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, a Direcção-Geral da Saúde e os subsistemas de saúde públicos e privados.</p>
<p>Para garantir uma articulação eficaz entre os Estados-Membros, a Siemens, na Bélgica, desenvolveu o EESSI (Electronic Exchange of Social Security Information), solução que suporta a comunicação entre as várias entidades. A Siemens, em Portugal, complementou localmente estas actividades com o SIGAI, que funciona como uma extensão dos processos europeus.</p>
<p>Através do SIGAI, toda a informação será validada e disponibilizada à ACSS, suportando a sua actividade e responsabilidades no que toca ao processamento de facturas relativas a cuidados de saúde prestados a segurados nacionais, no âmbito da directiva Europeia e de outros acordos internacionais – ou os cuidados prestados a cidadãos destes países em Portugal. O sistema fará a recepção e a manutenção actualizada de inventários relativos a segurados com atestados de direito e assegura a manutenção da conta corrente.</p>
<p>Adicionalmente, e já em desenvolvimento está a concepção e disponibilização de indicadores estatísticos que permitirão à ACSS fazer uma gestão mais eficiente dos processos no âmbito da Prestação de Cuidados de Saúde Transfronteiriços.</p>
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		<item>
		<title>Médico alerta sobre gripe suína, que ainda registra casos no país</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/medico-alerta-sobre-gripe-suina-que-ainda-registra-casos-no-pais/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Agência Brasil</p> <p>Brasília – O presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, Igor Bastos, disse hoje (20) que a população brasileira está “se esquecendo” da influenza A (H1N1) – gripe suína – e alertou que o país ainda registra casos, inclusive graves, da doença. Em entrevista ao programa Revista Brasil, ele lembrou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong><em>Agência Brasil</em></p>
<p>Brasília – O presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, Igor Bastos, disse hoje (20) que a população brasileira está “se esquecendo” da influenza A (H1N1) – gripe suína – e alertou que o país ainda registra casos, inclusive graves, da doença.<br />
Em entrevista ao programa <em>Revista Brasil</em>, ele lembrou que as doenças respiratórias atingem a população de maneira frequente, sobretudo no inverno, quando há maior aglomeração em ambientes fechados. “Mas isso não quer dizer que no verão não possamos ter casos. É menor o índice, mas, mesmo assim, pode acontecer”, ressaltou.<br />
Outro fator importante, segundo o médico, é a imunização contra a gripe suína. “Existe a vacinação, mas muitas pessoas deixaram de tomar a vacina”, disse. “A vacinação é uma maneira de evitar a doença sim, mas a vacina, apesar de a gente acreditar que imuniza, muitas vezes pode não imunizar, dependendo da pessoa. Mesmo vacinado, você pode ter doenças”, completou.<br />
Por isso, Bastos destacou que cuidados básicos como lavar bem as mãos com água e sabão e cobrir a boca ao tossir devem ser reforçados. Pessoas com doenças respiratórias crônicas, como enfizema pulmonar e bronquite, e pessoas imunossuprimidas devem ter os cuidados redobrados.<br />
No fim do ano passado, especialistas alertaram que o Brasil não está livre de enfrentar nova epidemia de gripe suína, como a que atingiu o país em 2009. De acordo com o representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Otávio Oliva, a doença pode voltar a atingir o Brasil e outros países em forma de pandemia.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Preocupação com sexualidade afasta brasileira do parto normal</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/preocupacao-com-sexualidade-afasta-brasileira-do-parto-normal/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.drogarede.com.br/site/?p=1503</guid>
		<description><![CDATA[<p> Folha.com</p> <p>Fatores culturais e falta de informação são alguns dos motivos que levam à preferência nacional pelo parto com data marcada. Hoje, o Brasil é um dos recordistas mundiais em partos cesáreos. Em 2010, o número de nascimento cirúrgicos chegou a 52%, passando os partos normais. A preocupação com a quantidade de cirurgias no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Folha.com</p>
<p>Fatores culturais e falta de informação são alguns dos motivos que levam à preferência nacional pelo parto com data marcada.<br />
Hoje, o Brasil é um dos recordistas mundiais em partos cesáreos. Em 2010, o número de nascimento cirúrgicos chegou a 52%, passando os partos normais.<br />
A preocupação com a quantidade de cirurgias no nascimento é tanta que o Ministério da Saúde vai fazer uma pesquisa com 24 mil mulheres para entender o que leva à escolha da cirurgia com data marcada para dar à luz.<br />
O trabalho vai verificar qual indicação médica e os motivos que levaram a mulher a escolher um determinado tipo de parto &#8211;normal, cesáreo ou até em casa.<br />
A hipótese é que fatores culturais contam muito nesse tipo de decisão.<br />
&#8220;A mulher brasileira se preocupa com a sexualidade e teme que o parto altere o períneo, o que é é um mito&#8221;, diz Vera Fonseca, diretora da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e do Conselho Federal de Medicina.</p>
<p><strong>MEDO DA DOR</strong><strong> </strong><br />
<strong></strong><br />
O medo da dor também afasta a mulher do parto normal. &#8220;Temos uma imagem de parto normal como se vê no cinema, com dor e sofrimento. Isso afasta as mulheres da opção natural&#8221;, analisa a historiadora da ciência Germana Barata, da Unicamp.<br />
De acordo com a ginecologista da USP, Sonia Penteado, alguma mulheres até tentam enfrentar a dor do parto, mas não aguentam.<br />
&#8220;Já tive pacientes que chegaram a ter dilatação completa no parto, mas não toleraram a dor e pediram para que fosse feita a cesárea&#8221;, conta.<br />
Esse tipo de intervenção é possível no sistema privado. &#8220;No público, a mulher tem de aguentar a dor porque faltam cirurgiões&#8221;, diz Penteado.<br />
Por isso, a quantidade de partos cesáreos no SUS gira em torno de 37% dos nascimentos. Na rede privada, o número sobe para 82%.</p>
<p><strong>DECISÃO DO MÉDICO</strong><strong> </strong></p>
<p>Mas, além da cultura, a opinião dos médicos também conta &#8211;e muito&#8211; na decisão.<br />
&#8220;Nunca chegou uma paciente no meu consultório dizendo &#8216;quero cesárea e pronto&#8217;&#8221;, diz Penteado.<br />
Segundo ela, a maioria das mulheres decide com seu médico o tipo de parto.<br />
Ela recomenda parto normal a suas pacientes desde que não existam fatores de riscos, como hipertensão. Hoje, a doença é a principal causa de morte de mulheres no parto no Brasil (na Europa e nos EUA é a hemorragia).<br />
Para Fonseca, muitos médicos incentivam a cesárea por receio de falta de leitos, inclusive na rede privada.<br />
O Brasil tem 0,28 leitos para cada mil usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) &#8211;o que, de acordo com o Ministério de Saúde, atende a demanda. Mas países desenvolvidos têm o dobro disso.<br />
&#8220;Se a paciente entra em trabalho de parto de maneira inesperada, corre risco de não ter vaga. Isso dá insegurança para o médico.&#8221;</p>
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		<title>Adaptação ao fim do horário de verão deve começar com antecedência</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Agência Brasil</p> <p>O horário de verão acaba no dia 26 de fevereiro, mas quem tem mais dificuldade em se adaptar à mudança deve começar a preparar o organismo com antecedência, antecipando o horário de dormir cerca de dez minutos a cada dia. A orientação é do coordenador do serviço de neurologia do Hospital Anchieta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Agência Brasil</p>
<p>O horário de verão acaba no dia 26 de fevereiro, mas quem tem mais dificuldade em se adaptar à mudança deve começar a preparar o organismo com antecedência, antecipando o horário de dormir cerca de dez minutos a cada dia. A orientação é do coordenador do serviço de neurologia do Hospital Anchieta, Ricardo de Campos. “Ao invés de esperar o dia da virada do horário, o interessante é que a cada dia fosse dormindo dez minutos mais cedo, até estar dormindo uma hora mais cedo, e o corpo não vai padecer”.<br />
As mudanças de horário ocasionam oscilações no organismo relacionadas à produção de hormônio<br />
O médico explica que as mudanças sentidas pelo organismo com o início ou o fim do horário de verão são por causa de hormônios como o cortisol e a melatonina, que regem o nosso relógio biológico e são secretados de acordo com o tempo de exposição ao sol e à escuridão. “Dessa forma, todo o metabolismo do organismo passa a se pautar de acordo com as taxas de secreção desses hormônios. Quando uma hora do dia é suprimida ou acrescentada, passa a ter alterações nesse metabolismo”.<br />
Os efeitos dessas mudanças, segundo Campos, vão desde alterações no sono, que podem causar irritabilidade, estresse e baixa produtividade, até o aumento da instabilidade vascular. Além dos idosos, as mulheres sentem bastante as mudanças de horário, pois têm diversas oscilações no organismo relacionadas à produção de hormônios. “Mudanças abruptas no nosso relógio biológico trazem malefícios incontestáveis em relação à saúde”, diz o especialista.<br />
O governo federal ainda não tem um balanço da economia de energia proporcionada pelo horário de verão neste ano, mas a expectativa é que a mudança gere uma redução entre 4,5% e 5% na demanda de energia do horário de pico, nas regiões onde o sistema foi adotado (Sul, Sudeste, Centro-Oeste e na Bahia). A redução total de consumo para o país deve ficar em torno de 0,5%, com uma economia entre R$ 75 milhões e R$ 100 milhões para o país durante o período.<br />
O secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, explica que o principal ganho para a sociedade com a adoção do horário de verão é o aumento da segurança e da qualidade do suprimento de energia. Além disso, com a redução da demanda, não é preciso fazer novos investimentos em usinas hidrelétricas ou acionar energia de usinas termelétricas para complementar o fornecimento de energia.<br />
Segundo ele, a redução do consumo de energia, proporcionada pelo aumento da utilização da luminosidade natural, não chega a ser sentida na conta de luz dos consumidores. “O consumidor sentiria se tivesse que fazer investimentos, aí apareceria um acréscimo na conta de luz”, disse Grüdtner à Agência Brasil.<br />
De acordo com o secretário, existem pesquisas que mostram a aprovação da população ao horário de verão, e a extinção da mudança não está nos planos do governo. “Pode até ser avaliado no futuro, mas em princípio sempre é um ganho. Se a sociedade inteira ganha com a aplicação do horário de verão, por que vou deixar de utilizar?”<br />
Neste ano, o horário de verão começou no dia 16 de outubro, e terá uma semana a mais, porque a data estabelecida para o fim do horário diferenciado, que é o terceiro domingo de fevereiro, em 2012 coincidiu com o feriado do carnaval.</p>
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		<title>Mulheres são mais propensas a enfartes sem sintomas</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 21:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> Reuters</p> <p>As mulheres, especialmente as jovens, são mais propensas do que os homens a procurar hospitais sem sentir dor ou incômodos no peito após um enfarte, e também têm mais chance de morrer do que os homens na mesma faixa etária, mostra um novo estudo americano.</p> <p>A falta de sintomas pode ser resultado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Reuters</p>
<p>As mulheres, especialmente as jovens, são mais propensas do que os homens a procurar hospitais sem sentir dor ou incômodos no peito após um enfarte, e também têm mais chance de morrer do que os homens na mesma faixa etária, mostra um novo estudo americano.</p>
<p>A falta de sintomas pode ser resultado de uma atenção médica tardia e de diferenças no tratamento, disseram os investigadores, que publicaram os dados no Journal of the American Medical Association.</p>
<p>&#8220;É possível que elas sequer saibam que estão sofrendo um ataque cardíaco&#8221;, declarou John Canto, da Watson Clinic, em Lakeland, Florida, um dos autores do estudo.</p>
<p>O pesquisador destacou que ainda que os resultados estejam baseados em um estudo com mais de um milhão de pacientes que sofreram ataques do coração, ainda são dados preliminares.</p>
<p>No entanto, acrescentou que eles desafiam a noção de que o mal-estar e a dor no peito deveriam ser considerados os &#8220;sintomas chave&#8221; para todos os pacientes com ataques cardíacos.</p>
<p>&#8220;Se nossos resultados de fato estão certos, eu argumentaria que em lugar da ideia que o sintoma agrupa todos os casos, consideremos que as mulheres com menos de 55 anos têm ais risco de apresentarem sintomas atípicos&#8221;, disse ele.</p>
<p>Tais &#8220;sintomas atípicos&#8221; podem incluir problemas para respirar ou dor em zonas como queixo, pescoço, braços, costas e estômago.</p>
<p>Canto e seus colegas analisaram os antecedentes médicos de uma base de dados nacional de pacientes com ataques cardíacos entre 1994 e 2006, incluindo cerca de 1,1 milhão de pessoas tratadas em aproximadamente dois mil hospitais.</p>
<p>Os cientistas descobriram que 31% dos homens e 42% das mulheres não apresentaram dor ou mal-estar no peito.</p>
<p>A probabilidade de esse tipo de &#8220;sintomas atípicos&#8221; difere mais entre mulheres e homens jovens. As mulheres também tendem a ser mais velhas do que eles quando sofrem o primeiro ataque cardíaco. No estudo, a média de diferença de idade foi de sete anos.</p>
<p>As mulheres de 45 anos tinham 30% mais risco do que os homens da mesma idade de ter um enfarte sem apresentar dor no peito. O número cai para 25% na faixa entre 45 e 65 anos, e a diferença desaparece após os 75 anos.</p>
<p>Um padrão similar foi constatado na probabilidade de morte por enfarte, ainda que com diferenças menores entre os gêneros. Pelo menos parte da diferença poderia ser devida à falta de ação de pacientes e médicos quando aparecem sintomas atípicos, diz Patrick O&#8221;Malley, do Uniformed Services University of the Health Sciences en Bethesda, Maryland.</p>
<p>&#8220;Não tendemos a pensar em ataque cardíaco em mulheres jovens que não têm dor no peito (&#8230;) e, portanto, não somos tão agressivos. Isso atrasa o tratamento&#8221;, disse o médico, que não participou do estudo.</p>
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