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		<title>Geladeira nem sempre é a melhor opção para conservar alimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:17:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> folha.com</p> <p>Longe dos olhos e enviada para a Sibéria da geladeira, a comida saiu dos corações das pessoas, que já não sabem nem sequer como guardá-la. Essa é a tese da designer coreana Jihyun Ryou, que estuda métodos de conservação de alimentos mantidos por comunidades agrícolas e transmitidos oralmente.</p> <p>Radicada na Holanda, Ryou desenvolve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>folha.com</p>
<p>Longe dos olhos e enviada para a Sibéria da geladeira, a comida saiu dos corações das pessoas, que já não sabem nem sequer como guardá-la. Essa é a tese da designer coreana Jihyun Ryou, que estuda métodos de conservação de alimentos mantidos por comunidades agrícolas e transmitidos oralmente.</p>
<p>Radicada na Holanda, Ryou desenvolve produtos que tentam rivalizar com o refrigerador. &#8220;Faço utilitários de cozinha que deixam a comida exposta. É importante olhar para ela, saber sua aparência&#8221;, disse à Folha. Periodicamente, Ryou compartilha novidades da sua pesquisa no site <a href="http://www.savefoodfromthefridge.com/">www.savefoodfromthefridge.com</a>.<br />
&#8220;A geladeira congelou nosso conhecimento sobre a comida. Hoje só especialistas entendem o que significa um vegetal e quantas mágicas ele pode fazer&#8221;, afirmou à Folha Susanne Freidberg, geógrafa especializada em agricultura e globalização da Universidade Dartmouth, nos EUA.<br />
Autora do livro &#8220;Fresh: A Perishable History&#8221; (Harvard University Press, 416 págs., R$ 47), a geógrafa vê o eletrodoméstico como pilar da revolução que nos permitiu conservar laticínios por semanas, mas cobrou seu preço ao nos afastar da comida fresca. &#8220;A tradição crê que a qualidade da comida está relacionada à estação do ano, ao lugar e ao quão fresca ela está. Para a gente, parece que é sempre época para qualquer comida. O único limite que obedecemos hoje é o do &#8216;fora da validade&#8217;&#8221;, afirma.</p>
<p><strong>TÉCNICAS ANTIGAS</strong><br />
<strong><br />
</strong><br />
A dona de casa paulistana Vera Barreto, 51, é prática: &#8220;Tudo que não for banana ou enlatado vai para a geladeira&#8221;, que em sua casa tem duas portas e 830 mm de largura. &#8220;Pera não fica na geladeira nem no mercado, mas coloco, acho que dura mais.&#8221;<br />
Para a nutricionista Priscila Rosa, da Equilibrium Healthy Food, as técnicas de conservação antigas (a exemplo das apresentadas acima) funcionam melhor com orgânicos: &#8220;O agrotóxico modifica a estrutura química da comida, que passa a ser mais dependente da refrigeração&#8221;.<br />
Rosa acredita que o design do eletrodoméstico é falho e induz o usuário a guardar os alimentos de modo errado.<br />
Ovos, por exemplo, não devem ser mantidos na porta da geladeira. &#8220;Quem vê um porta-ovos pensa que deve colocar a parte mais redonda dos ovos para cima, quando é o contrário. Deixá-los nessa posição pode romper a película que protege a clara da gema, o que prejudica a conservação e até o gosto&#8221;, ressalta.<br />
Guardado na geladeira, um ovo pode durar até 60 dias. Fora ele só dura 15, mas fica mais fresco. O ovo fresco tem conteúdo firme, a gema é inteira, a clara é compacta e não se espalha. Quanto mais líquido o aspecto da clara, mais velho ele está.<br />
Dentro da geladeira, o ideal é manter alimentos crus, como frutas e verduras, na gaveta inferior, refogados nas prateleiras do centro e cozidos na prateleira superior, mais próxima da fonte de refrigeração. Deixe para lavar os alimentos só na hora do consumo para não retirar a película de proteção da casca. Se compradas maduras, frutas e verduras duram cerca de três dias. Já as verdes podem durar até uma semana e meia.</p>
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		<title>Vacinação contra gripe começa no dia 5</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> O Estado de S.Paulo</p> <p>A campanha de vacinação contra a gripe começa no dia 5 em todo o País. Idosos, crianças entre 6 meses e 2 anos, trabalhadores, gestantes e indígenas terão até 25 de maio para ir a um dos 65 mil postos e receber o imunizante. Neste ano, pela primeira vez, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>O Estado de S.Paulo</p>
<p>A campanha de vacinação contra a gripe começa no dia 5 em todo o País. Idosos, crianças entre 6 meses e 2 anos, trabalhadores, gestantes e indígenas terão até 25 de maio para ir a um dos 65 mil postos e receber o imunizante. Neste ano, pela primeira vez, a população prisional também será vacinada. A meta é imunizar pelo menos 80% do público-alvo, equivalente a 30,1 milhões de pessoas.<br />
&#8220;A vacina é segura. Ela não causa gripe depois da aplicação&#8221;, afirmou o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Pessoas com alergia a ovo, doenças agudas, febre ou problemas neurológicos devem procurar o médico antes de se vacinar, para avaliar o que deve ser feito.<br />
Crianças menores de 2 anos que nunca foram vacinadas contra gripe devem receber duas doses, com intervalo de um mês entre cada uma. Aquelas que receberam o imunizante no ano passado precisam apenas de uma dose. A vacina deste ano, produzida pelo Instituto Butantã, é feita com cepas de três vírus, incluindo o que provocou a pandemia em 2009, o H1N1.<br />
O ministro Alexandre Padilha disse que não é obrigatório apresentar a carteira da vacinação. Mas aconselha que população vá com documento, para, se necessário, atualizar outras vacinas.</p>
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		<title>Aspirina pode reduzir em um terço risco de morte por câncer de intestino</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/aspirina-pode-reduzir-em-um-terco-risco-de-morte-por-cancer-de-intestino/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Bbc.brasil</p> <p>Pacientes de câncer no intestino que tomam aspirina podem reduzir em um terço o risco de morrer por causa da doença, acreditam especialistas. Mas eles dizem ser muito cedo para concluir que o medicamento deveria ser ministrado regularmente a pacientes. Outros estudos já apontaram para benefícios do analgésico no tratamento de outros tipos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Bbc.brasil</p>
<p>Pacientes de câncer no intestino que tomam aspirina podem reduzir em um terço o risco de morrer por causa da doença, acreditam especialistas. Mas eles dizem ser muito cedo para concluir que o medicamento deveria ser ministrado regularmente a pacientes.<br />
Outros estudos já apontaram para benefícios do analgésico no tratamento de outros tipos de câncer. Mas a droga também pode ter indesejáveis e perigosos efeitos, causando irritação estomacal e hemorragia interna em alguns pacientes.<br />
O estudo, publicado pelo <em>British Journal of Cancer</em>, examinou 4,5 mil pacientes na Holanda. Todos receberam baixas doses diárias de aspirina &#8211; 80mg ou menos &#8211; dose também é recomendado a pessoas com doenças cardíacas.<br />
No estudo, que levou quase uma década, um quarto dos pacientes não usaram aspirina, um quarto apenas usou aspirina depois de ser diagnosticado com câncer e a metade restante tomou aspirina antes e depois do diagnóstico. A maior parte dos pacientes que tomaram aspirina o fizeram para evitar doenças cardiovasculares, como enfarte e acidentes vasculares.<br />
Tomar aspirina por qualquer período depois do diagnóstico reduziu a chance de morte por câncer em 23%.<br />
Os pacientes que tomaram doses diárias do medicamento por pelo menos nove meses depois do diagnóstico tiveram a chance de morrer por câncer reduzida em 30%.<br />
Os que usaram aspirina apenas depois de diagnosticado o câncer de intestino apresentaram um maior impacto na redução de mortalidade.<br />
Nos pacientes que tomaram a aspirina antes e depois do diagnóstico, a redução do risco de morte foi de apenas 12%.<br />
A razão para isso talvez seja o fato de que vários dos pacientes que já vinham tomando o analgésico sofriam de tipos de câncer particularmente agressivos, afirmam especialistas.<br />
O pesquisador Gerrit-Jan Liefers, do Centro Medicinal da Universidade de Leiden, afirmou: &#8220;Nosso trabalho soma-se a crescentes evidências de que a aspirina não apenas pode prevenir a ocorrência de câncer mas também impedir que a doença se espalhe&#8221;. Ele disse que a aspirina não deve ser vista como alternativa a outros tratamentos, como a quimioterapia, mas poderia ser útil como tratamento adicional.<br />
&#8220;É possível que pessoas mais velhas tenham outros problemas de saúde que não permitam a quimioterapia. Câncer de intestino é mais comum em pessoas mais velhas, então esses resultados poderiam ser um grande avanço no tratamento da doença, particularmente para este grupo. Mas precisamos de pesquisa adicional para confirmar isso.&#8221;<br />
Ele disse que o plano agora é fazer um teste aleatório controlado &#8211; chamado &#8220;Gold Standart Test&#8221; na pesquisa &#8211; para verificar se a aspirina prevalece sobre uso de placebo junto ao mesmo grupo de idosos.<br />
Sarah Lyness, da Cancer Research UK, disse: &#8220;Este último estudo acrescenta evidências sobre os benefícios da aspirina. Mas ainda não chegamos ao ponto de recomendar que as pessoas tomem aspirina para reduzir o risco de câncer.<br />
&#8220;Ainda há questões que precisamos responder sobre efeitos colaterais, como hemorragia interna, e sobre quais seriam os maiores beneficiados pelo uso da aspirina, quem poderia sofrer efeitos negativos e ainda que dose deveria ser ministrada&#8221;.<br />
&#8220;Qualquer um pensando em tomar aspirina para reduzir o risco de câncer deveria conversar com seu médico primeiro. Pessoas com câncer devem estar cientes de que a aspirina pode aumentar as chances de complicações antes de cirurgia ou outros tipos de tratamento, e devem discutir isso com o especialista.<br />
&#8220;Enquanto isso, há outras formas de reduzir os riscos de câncer, como não fumar, beber menos álcool e manter um peso saudável&#8221;.</p>
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		<title>Saiba que riscos um atleta corre ao participar de uma maratona</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:16:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Bbc.brasil</p> <p>O caso de uma britânica que morreu na reta final de uma maratona da qual participava para arrecadar fundos para uma entidade beneficente está comovendo a Grã-Bretanha. Claire Squires, de 30 anos, do condado de Leicestershire, Inglaterra, desmaiou e faleceu durante a Maratona de Londres, no último domingo. Ela corria o percurso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Bbc.brasil</p>
<p>O caso de uma britânica que morreu na reta final de uma maratona da qual participava para arrecadar fundos para uma entidade beneficente está comovendo a Grã-Bretanha.<br />
Claire Squires, de 30 anos, do condado de Leicestershire, Inglaterra, desmaiou e faleceu durante a Maratona de Londres, no último domingo. Ela corria o percurso de 42,1 km para recolher doações para a ONG The Samaritans, que oferece apoio psicológico, por telefone, a pessoas em sofrimento.<br />
Ainda não foram feitos exames para identificar a causa da morte da corredora, mas é sabido que correr uma maratona coloca o organismo sob imensa pressão. Saiba quais são os principais riscos, para a saúde de um atleta, de correr uma maratona. E como você pode se preparar para evitar surpresas ruins.<br />
<strong>Distensões e Desidratação</strong><br />
Torções e maus jeitos respondem pela maioria dos incidentes que acontecem em corridas.<br />
Excluídos estes, a desidratação é o maior obstáculo que um atleta tem de enfrentar. Em uma corrida longa, em um dia quente e úmido, até quatro litros de fluidos podem ser perdidos à medida que o corredor sua e expira.<br />
Durante a Maratona de Londres 2012, 4.923 pessoas precisaram de assistência, mas a maioria dos casos foi de pouca gravidade. Em 2011, por causa do calor excessivo no dia da corrida, 6 mil pessoas precisaram de auxílio médico.<br />
Os casos de mortes são raros. No caso da Maratona de Londres, Claire Squires foi a 11ª participante a morrer desde que o evento começou, em 1981. Foi também a primeira vítima mulher.<br />
O diretor médico da London Marathon, Sanjay Sharma, disse que sete das mortes ocorridas até hoje foram associadas a problemas cardíacos como artérias bloqueadas ou problemas congênitos do coração.<br />
&#8220;Até agora, essas mortes ocorreram apenas em homens. Todos tinham mais de 40 anos. Dos sete cujas mortes foram associadas a problemas do coração, cinco tinham artérias obstruídas, um sinal de doença arterial coronariana&#8221;. &#8220;E dois tinham cardiomiopatia hipertrófica &#8211; um problema que afeta a estrutura do coração&#8221;, acrescentou Sharma.<br />
Um outro homem morreu por um acúmulo de água em seu organismo &#8211; um distúrbio que os médicos chamam de hiponatremia associada ao esporte &#8211; e outros dois morreram de hemorragias no cérebro.<br />
&#8220;Ainda estamos esperando pelo exame post mortem na jovem (Squires), mas é provável que a morte dela esteja associada a um problema do coração, eu acho. Eu estava lá durante o ataque e fiquei profundamente chocado. Ver uma pessoa com 30 anos que é incrivelmente atlética morrer parece errado. Essas mortes são raras&#8221;, diz.<br />
<strong>Estudo</strong><br />
Em um estudo feito nos Estados Unidos, pesquisadores monitoraram cerca de 11 milhões de atletas que participaram de maratonas ou meias maratonas entre 2000 e 2010.<br />
Naquela década, 59 dos corredores tiveram um ataque cardíaco &#8211; onde o coração para de funcionar &#8211; e 42 deles morreram. Isso quer dizer uma morte para cada 259 mil corredores. A maioria sofria de algum distúrbio ou doença no coração.<br />
Muitas contusões podem ser evitadas se o atleta faz um bom aquecimento e alongamentos antes de começar a correr. Beba muita água durante a corrida.<br />
Especialistas aconselham corredores a seguir um plano de treinamento nos meses que antecedem a corrida. Segundo eles, um mês antes da maratona o atleta deve ser capaz de correr 24 km contínuos &#8220;confortavelmente&#8221;. Isso quer dizer que, ao final desse percurso, ele deve sentir que seria capaz de correr um pouco mais.<br />
Uma vez que você começa a treinar, aumente as distâncias gradualmente para evitar exaustão e alterne dias de treinamento intenso com dois dias de treinamento mais leve ou descanso, para que seu corpo possa se recuperar.<br />
Ao seguir um plano de treinamento, você será capaz de ganhar resistência física. Entretanto, se ficar doente ou se machucar durante o treinamento, interrompa o treinamento. Não volte a treinar até que seu corpo tenha se recuperado totalmente.<br />
Se você sofre de alguma doença ou complicação que pode colocá-lo em risco, se você é diabético ou tem doença cardíaca, procure aconselhamento médico.<br />
Notifique os organizadores do evento sobre a sua situação.<br />
A enfermeira Judy O&#8217;Sullivan, da fundação britânica para o coração British Heart Foundation deu o seguinte conselho aos que desejam correr uma maratona:<br />
&#8220;Eventos como a maratona são um grande desafio físico, então é importante que você treine antes, para ganhar resistência de forma constante e segura. No dia do evento, lembre-se de se aquecer, administre sua energia e descanse se sentir dor ou desconforto.<br />
&#8220;Infelizmente, em circunstâncias muito raras, algumas pessoas vão sofrer complicações imprevistas, normalmente ligadas a condições anteriores. Mas para a grande maioria das pessoas, os benefícios que o exercício traz para a saúde são maiores do que os riscos&#8221;.<br />
&#8220;Aconselhamos qualquer pessoa que tenha alguma preocupação a visitar o médico antes de participar&#8221;.</p>
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		<title>Presidente do CFF se encontra com lideranças farmacêuticas no Ceará</title>
		<link>http://www.drogarede.com.br/site/presidente-do-cff-se-encontra-com-liderancas-farmaceuticas-no-ceara/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: CFF/CRF/CE</p> <p>Dando continuidade ao projeto de conhecer as diferentes realidades dos farmacêuticos em cada Estado, o Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, se reuniu com lideranças farmacêuticas e profissionais cearenses, nesta segunda, dia 23, em Fortaleza (CE). Na oportunidade, os diretores do Conselho Regional de Farmácia do Ceará (CRF/CE) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: CFF/CRF/CE</p>
<p>Dando continuidade ao projeto de conhecer as diferentes realidades dos farmacêuticos em cada Estado, o Presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, se reuniu com lideranças farmacêuticas e profissionais cearenses, nesta segunda, dia 23, em Fortaleza (CE). Na oportunidade, os diretores do Conselho Regional de Farmácia do Ceará (CRF/CE) apresentaram projetos a serem desenvolvidos no biênio 2012-2013 e aproveitaram para lançar o livro &#8220;Conselho Regional de Farmácia do Ceará &#8211; 50 anos: Origens e Trajetória&#8221;.<br />
O Presidente do CFF explica que a missão, nestes primeiros meses de administração à frente da entidade, é conhecer a realidade regional, apresentar as novas propostas de gestão do CFF e, ainda, discutir o desenvolvimento da profissão farmacêutica junto com as lideranças farmacêuticas de cada Estado. “Nossa gestão é sustentada pela transparência e união com todas as entidades que representam a categoria, principalmente, com os Conselhos Regionais de Farmácia. Temos que discutir a melhor forma de ação para contemplar a todos, com os objetivos finais de alcançar a valorização profissional e garantir serviços de saúde de qualidade à população”, afirmou o dirigente.<br />
Walter Jorge João destacou o trabalho que o CFF vem realizando, junto a parlamentares, na luta pela aprovação de projetos de lei em benefício da categoria, como o estabelecimento de piso salarial em nível nacional e a redução da jornada de trabalho para 30 horas: &#8220;O farmacêutico tem uma rotina de atuação profissional complexa, da mesma forma que outros profissionais que já conquistaram a redução da jornada de trabalho&#8221;, disse o Presidente do CFF.</p>
<p>O Presidente do CRF/CE, Victor Feitosa Oliveira, ressaltou o papel de sua gestão em trabalhar junto com a categoria: &#8220;As portas do Conselho estão abertas para todos aqueles que, impulsionados pelo desejo de ver o crescimento dos nossos profissionais, queiram sugerir projetos e ações de proteção da imagem e valorização do farmacêutico na sociedade, assim como solicitar capacitações e expressar suas necessidades junto a este Conselho&#8221;.</p>
<p>A relevância do evento foi ressaltada pela Conselheira Federal pelo Ceará, Lúcia Sales Costa: &#8220;Esse é um momento ímpar, pois não tenho a lembrança da presença de reunir um presidente do CFF junto às lideranças farmacêuticas do Ceará. Hoje vemos o Conselho Federal com a cara que queremos dar ao Conselho Regional de Farmácia do Ceará, com uma gestão participativa, uma gestão colegiada e com diretores abertos à categoria&#8221;.</p>
<p>PROJETOS &#8211; Profissionais e lideranças farmacêuticas conheceram alguns projetos que o CRF/CE desenvolverá ao longo do biênio 2012-2013. O &#8220;<em>Farmácia Amiga da Criança&#8221;,</em> por exemplo, visa estimular a atenção farmacêutica à primeira infância, com ações educativas de incentivo à amamentação e os cuidados na aquisição de produtos farmacêuticos, de acordo com a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeira (NBCAL).<br />
A partir de maio, proprietários de farmácias serão sensibilizados sobre a importância da participação de farmacêuticos no Projeto. As ações serão desenvolvidas em parceria com a Secretaria de Saúde do Estado do Ceará, por meio do Núcleo de Atenção Primária GT Criança. A Comissão Técnica de Farmácia Comunitária do CRF/CE vai monitorar, por dois anos, a implementação e os resultados das ações nas farmácias.</p>
<p>Durante a reunião, também foi apresentada a campanha &#8220;<em>Vigilância Sanitária sem Farmacêutico Não é legal&#8221;</em>, lançada durante o XII Congresso das Secretarias Municipais de Saúde do Ceará, entre dias 10 e 15 de abril no Crato, região Cariri (CE). Na ocasião, secretários municipais foram sensibilizados sobre a presença do farmacêutico nas células das VISAS. O Projeto realizará, em breve, um censo para diagnosticar, em âmbito estadual, a inserção do farmacêutico na Vigilância. Sobre esta ação, Walter Jorge João, salientou que &#8220;é um absurdo o farmacêutico ser fiscalizado pela Vigilância Sanitária por outro profissional de saúde que não o próprio farmacêutico&#8221;.<br />
O CRF/CE ainda participará, em 2012, da &#8220;Avaliação da Assistência Farmacêutica Básica no Estado do Ceará&#8221;, projeto desenvolvido pela Coordenadoria de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Saúde (COASF/SESA). Com a tabulação em mãos será possível desenvolver ações de promoção da assistência farmacêutica em todo Estado.<br />
Entre as boas notícias, sobre projetos e ações, os diretores do CRF/CE apresentaram o projeto da reforma do anexo do Conselho, que funcionará a poucos metros da sede, em Fortaleza. O anexo será um centro de capacitação farmacêutica para realização de palestras, cursos de atualização profissional e pós-graduação; e um espaço cultural, que abrigará a Academia Cearense de Farmácia e o Museu de Farmácia Professor Joaquim Frederico Rodrigues.</p>
<p>50 ANOS &#8211; Durante o evento foi realizado o lançamento do livro &#8220;Conselho Regional de Farmácia do Ceará 50 anos: Origens e Trajetória&#8221;, que resgata as lutas e vitórias obtidas à categoria e reverencia personagens que merecem destaque na busca pela valorização do farmacêutico no Estado. O livro é resultado das ações em comemoração ao Jubileu de Ouro do órgão e o trabalho de pesquisa e edição foi coordenado pelo professor do curso de Farmácia da Universidade Federal do Ceará, Edson Pereira. A publicação tem como grande trunfo o ineditismo, pois, pela primeira vez a história do CRF/CE é contada e, ainda, de forma contextualizada, com a evolução da profissão no Brasil, fatos inéditos sobre a fundação do Conselho Federal de Farmácia e o desenvolvimento dos Conselhos Regionais pelo país, com foco nas particularidades das conquistas da classe no Ceará. Isso faz com que o livro transcenda seu objetivo de importância aos profissionais cearenses e adquira relevância nacional.</p>
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		<item>
		<title>SBT faz reportagem sobre assistência farmacêutica e alerta: 17% das farmácias e drogarias brasileiras estão irregulares</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Assessoria de Comunicação CRF-SP</p> <p>Uma confusão entre nomes de medicamentos, feita pelo atendente da farmácia, colocou em risco a vida de dois bebês que tomaram um broncodilatador (Berotec®) no lugar de uma vitamina (Beneroc®). O exemplo foi citado na reportagem do SBT Brasil, na terça-feira, 24/04. A matéria enfocou a obrigatoriedade do farmacêutico durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Assessoria de Comunicação CRF-SP</p>
<p>Uma confusão entre nomes de medicamentos, feita pelo atendente da farmácia, colocou em risco a vida de dois bebês que tomaram um broncodilatador (Berotec®) no lugar de uma vitamina (Beneroc®). O exemplo foi citado na <a href="http://www.sbt.com.br/jornalismo/noticias/?c=18909&amp;t=17%25+das+farm%E1cias+do+pa%EDs+operam+sem+farmac%EAutico+de+plant%E3o">reportagem do SBT Brasil</a>, na terça-feira, 24/04.<br />
A matéria enfocou a obrigatoriedade do farmacêutico durante todo o horário de funcionamento das farmácias e drogarias, como o determinado pela lei 5991/73. A supervisão de um farmacêutico é imprescindível para evitar erros, orientar corretamente e minimizar possíveis problemas em relação ao uso de medicamentos.<br />
Dr. Pedro Menegasso, presidente do CRF-SP, foi um dos entrevistados e enfatizou que todo estabelecimento de saúde deve ter um profissional responsável técnico, no caso das farmácias, é o farmacêutico. De acordo com a reportagem, que utilizou dados do Conselho Federal de Farmácia, no Brasil, das mais de 80 mil farmácias e drogarias, 17% não conta com o farmacêutico e 5% não tem registro, ou seja, são irregulares.<br />
O intenso trabalho de fiscalização do CRF-SP, que além de cobrar a presença do farmacêutico, trabalha de forma orientativa, fez com que o índice de assistência farmacêutica subisse consideralvemente nos últimos anos. Em 1994 apenas 5% dos farmacêuticos estavam presentes, já os dados de 2011 revelam que esse número subiu para 87% em todo o Estado de São Paulo.<br />
Conhece algum estabelecimento sem farmacêutico? Denuncie ao CRF-SP:<br />
• Pelo correios: Departamento de Fiscalização do CRF-SP (Rua Capote Valente nº 487 &#8211; Jardim América &#8211; São Paulo -SP &#8211; CEP: 05409-001)<br />
• Atendimento na sede ou uma das seccionais<br />
• E-mail: <a href="mailto:denuncia@crfsp.org.br">denuncia@crfsp.org.br</a><br />
• Telefone: 0800 77 02 273</p>
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		<title>Anvisa vai testar sistema eletrônico de Consultas Públicas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Imprensa/Anvisa</p> <p>A Anvisa vai testar uma nova forma de realizar suas consultas públicas. O objetivo é oferecer à sociedade uma forma mais eficiente de participar das consultas e de se posicionar em relação às propostas de regulação. Para isso, a Agência vai utilizar um formulário eletrônico em que o participante poderá inserir suas considerações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Imprensa/Anvisa</p>
<p>A Anvisa vai testar uma nova forma de realizar suas consultas públicas. O objetivo é oferecer à sociedade uma forma mais eficiente de participar das consultas e de se posicionar em relação às propostas de regulação. Para isso, a Agência vai utilizar um formulário eletrônico em que o participante poderá inserir suas considerações no sistema, diretamente nos itens da proposta em que achar pertinente.<br />
A publicidade e a transparência do processo de consulta pública também serão valorizadas. Com o novo sistema, será possível acompanhar quais são os itens da proposta em debate que mais recebem sugestões e quais setores da sociedade participam.<br />
Neste novo modelo, o participante não precisa enviar o documento, basta gravar as sugestões, que serão enviadas diretamente para a área responsável da Anvisa. Os participantes das consultas públicas também poderão fazer alterações no seu texto após o envio da contribuição, desde que o prazo de participação ainda esteja aberto. O sistema em teste vai utilizar uma ferramenta já desenvolvida pelo Ministério da Saúde, o FormSus, que é mantido pelo Datasus e serve de base para pesquisas na área de saúde.<br />
A nova forma de consulta pública já será testada com uma proposta de regulação aprovada, nesta terça-feira (24/4), pela diretoria da Anvisa, durante sua reunião aberta ao público. Trata-se da norma para o Certificado de Boas Práticas de Fabricação para Excipientes Farmacêuticos, que são substâncias utilizadas para compor os medicamentos, mas que não tem ação farmacológica. A proposta deve ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União (DOU) e ficará em consulta por 60 dias.<br />
Na mesma reunião, os diretores aprovaram ainda uma consulta pública sobre os Critérios para Agrupamento em Famílias de Produtos Para Diagnóstico de Uso In Vitro Para Fins de Registro e Cadastro. Atualmente, não há definição sobre quais destes produtos podem ser agrupados em famílias, o que dificulta a análise dos processo e aumenta o número de retificações nos documentos. O prazo da consulta será de 30 dias a partir da publicação no DOU.</p>
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		<title>Anvisa abre exposição “Emagrece, Brasil!”</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[<p> Impensa/Anvisa</p> <p>Foi aberta, nesta terça-feira (24/4), na sede da Anvisa, em Brasília, a exposição “Emagrece, Brasil! A Obesidade pelo Olhar da Infografia”. O evento faz parte das ações organizadas pelas revistas Saúde e Boa Forma, da Editora Abril, que visam alertar o público sobre os perigos do excesso de peso. Durante a abertura oficial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Impensa/Anvisa</p>
<p>Foi aberta, nesta terça-feira (24/4), na sede da Anvisa, em Brasília, a exposição “Emagrece, Brasil! A Obesidade pelo Olhar da Infografia”. O evento faz parte das ações organizadas pelas revistas Saúde e Boa Forma, da Editora Abril, que visam alertar o público sobre os perigos do excesso de peso. Durante a abertura oficial da exposição, o diretor-presidente da Anvisa destacou o impacto que a obesidade tem para a saúde pública no Brasil e a importância da informação no incentivo a hábitos saudáveis.<br />
“A abordagem desse problema não é simples, pois é preciso trabalhar os hábitos. Essa exposição leva conhecimento e incentiva a mudança. A exposição é composta por 32 painéis, divididos em cinco estações, cada uma delas criada por um grande nome da infografia brasileira. Todos os autores são vencedores do maior prêmio da infografia mundial, o Malofiej, concedido pela Universidade de Navarra, na Espanha.<br />
A exposição ficará na Anvisa até o dia 25 de maio e é aberta ao público, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Visitas guiadas podem ser agendadas pelo telefone (61)3462-5312 ou 3462-5310.</p>
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		<title>China clona ovelha com &#8216;gordura boa&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:13:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: Folha de S.Paulo</p> <p>Cientistas chineses clonaram uma ovelha geneticamente modificada de modo a conter um tipo de gordura considerado bom para a saúde &#8211; em especial na redução do risco de doenças cardiovasculares &#8211; e encontrado em nozes, castanhas, sementes, peixe e verduras.</p> <p>Batizada de Peng Peng, a ovelha de 1 mês de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: Folha de S.Paulo</p>
<p>Cientistas chineses clonaram uma ovelha geneticamente modificada de modo a conter um tipo de gordura considerado bom para a saúde &#8211; em especial na redução do risco de doenças cardiovasculares &#8211; e encontrado em nozes, castanhas, sementes, peixe e verduras.</p>
<p>Batizada de Peng Peng, a ovelha de 1 mês de idade &#8220;está crescendo bem e é muito saudável, como uma ovelha normal&#8221;, afirmou o líder da pesquisa, Du Yutao, do Instituto de Genômica de Pequim, que realizou o projeto com apoio do Instituto de Biologia do Desenvolvimento e Genética da Academia Chinesa de Ciências e da Universidade Shihezi em Xinjiang.</p>
<p>Os pesquisadores inseriram um gene ligado à produção de ácidos graxos poli-insaturados em uma célula retirada da orelha de uma ovelha. A célula foi então inserida em um óvulo que foi implantado no útero de uma ovelha. Segundo Yutao, o gene pertence originalmente ao verme Caenorhabditis elegans, que em estudos anteriores mostrou aumentar a produção desse tipo de gordura.</p>
<p>A China, que tem de alimentar 22% da população mundial, mas possui apenas 7% das terras aráveis do planeta, tem se dedicado nos últimos anos a aumentar a produção interna de grãos, carne e outros produtos alimentícios. Mas há dúvidas a respeito da segurança dos alimentos transgênicos e deve demorar anos para que a carne de animais geneticamente modificados chegue aos mercados do país.</p>
<p>&#8220;O governo chinês encoraja projetos envolvendo transgênicos, mas precisamos de uma melhor metodologia e de resultados mais animadores, que provem que as plantas e os animais modificados geneticamente são seguros para o consumo, afirmou o cientista.</p>
<p>Nos EUA. Os Estados Unidos são o líder mundial em lavouras transgênicas. A vigilância sanitária do país já aprovou a venda de animais clonados e de suas crias, dizendo que os produtos foram considerados indistinguíveis daqueles oriundos de animais comuns. A empresa de biotecnologia AquaBounty patenteou o salmão transgênico, que se multiplica com o dobro da velocidade do peixe comum.</p>
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		<title>Falta higiene a verduras pré-lavadas vendidas em SP</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 11:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Romero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Restrita]]></category>

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		<description><![CDATA[<p> Fonte: Folha de S.Paulo</p> <p>Falta higiene às verduras e vegetais prontos para consumo (cortados e higienizados) vendidos nos supermercados de São Paulo, indica análise da Proteste (associação de defesa do consumidor).</p> <p>Foram testadas dez amostras de hortaliças (cinco de alface americana, três de cenoura ralada e duas de salada mista contendo cenoura e beterraba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong>Fonte: Folha de S.Paulo</p>
<p>Falta higiene às verduras e vegetais prontos para consumo (cortados e higienizados) vendidos nos supermercados de São Paulo, indica análise da Proteste (associação de defesa do consumidor).</p>
<p>Foram testadas dez amostras de hortaliças (cinco de alface americana, três de cenoura ralada e duas de salada mista contendo cenoura e beterraba raladas), recolhidas em sete supermercados.</p>
<p>Entre os achados, há bolores, leveduras e coliformes totais (que podem ser indicadores de contaminação), além de pulgões, que podem facilitar a entrada de bactérias ou fungos nos vegetais.</p>
<p>Em todas as amostras, havia mesófilos (indicam uma temperatura inadequada de armazenamento) e psicrotróficos (longo período de armazenamento do vegetal antes do processamento).</p>
<p>A boa notícia é que não foram encontrados coliformes fecais (indicadores da presença da bactéria Escherichia coli) e nem Salmonella sp, bactéria que pode causar diarreias, vômitos, dores abdominais, cefaleia e prostração.</p>
<p>&#8220;Não há patógenos [que causam doenças], mas essas verduras contêm contaminação elevada para um produto vendido como higienizado e pronto para consumo&#8221;, afirma a nutricionista Manuela Dias, que coordenou as análises da Proteste.</p>
<p>Além disso, eles chegam a custar três vezes mais o valor da verdura vendida sem higienização. &#8220;Nossa dica é: comprem produtos in natura e façam a higiene em casa.&#8221;</p>
<p>Não há uma regra da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sobre a quantidade máxima dos organismos achados no teste.</p>
<p>A Proteste defende, porém, que a Anvisa revise essas regras e inclua novos indicadores de qualidade, higiene e segurança, como fazem países europeus. Isso incluiria a contagem de bolores, leveduras e coliformes totais.</p>
<p>Por aqui também não há uma regra sobre qual fertilizante pode ser usado em plantações de folhas para saladas pré-lavadas.</p>
<p>Há dois anos, a OMS (Organização Mundial da Saúde) fez um alerta vetando o uso do esterco animal em vegetais vendidos pré-lavados.</p>
<p>Segundo o diretor de segurança alimentar da entidade, Jorgen Schlundt, usar esterco faz sentido em outras lavouras. &#8220;Mas, quando você está produzindo saladas frescas, isso é um problema.&#8221;</p>
<p>Outro Lado: Empresas negam problemas de higienização</p>
<p>As empresas responsáveis pelas saladas analisadas pela Proteste negam a existência de problemas de higiene.</p>
<p>O grupo Pão de Açúcar, que responde pela Qualitá, informou que seus produtos seguem parâmetros e normas estabelecidos pela Anvisa.</p>
<p>Por nota, o Carrefour informou que todo o processo de higienização e embalagem de suas saladas prontas segue rígidas normas de qualidade e de segurança alimentar.</p>
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