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Dengue vira epidemia na capital do Rio


Fonte: O Estado de S.Paulo

O município do Rio vive uma epidemia de dengue, segundo a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil. A epidemia se caracteriza quando são registrados mais de 300 casos por 100 mil habitantes e a tendência é crescente.
No mês de março foram notificados 376,5 casos por 100 mil habitantes. De 1.º de janeiro a 21 de abril houve 50.016 casos da doença e 12 mortes no município.
No mesmo período do ano passadoocorreram31 óbitos na cidade. Em 2002 e 2008, anos das últimas epidemias, houve 62 e 136 óbitos, respectivamente, nesse mesmo período no Rio.
Os bairros com maior incidência da doença são Grande Bangu (13.292 casos), Grande Madureira (11.140) e Campo Grande (8.224). As três regiões já haviam superado os 300 casos por 100 mil habitantes no balanço anterior. Em março, Bangu registrou 846,6 casos por 100 mil habitantes, Campo Grande chegou a 686,9 e Madureira, 543,5.
Foram realizadas 2.125.322inspeções neste ano.
Estado. Em todo o Estado do Rio foram registrados 64.423 casos de dengue neste ano, até ontem. No mesmo período de 2011 haviam sido notificados 96.253.
Ao todo houve 13 mortes em 2012: 12 no Rio e 1 em Niterói.

Especial Pirataria: Confisco bilionário envolve cigarros, bebidas e remédios


Fonte: Valor Econômico

No combate à pirataria, as mercadorias apreendidas costumam informar mais sobre as tendências de falsificação e reprodução ilegal do que sobre o volume real de produtos irregulares em circulação. A prática ensina que basta intensificar a repressão para descobrir-se lotes cada vez maiores de artigos pirateados – como vem acontecendo nos últimos anos, aliás, com o aumento das operações policiais em portos, aeroportos, rodovias e centros comerciais das principais cidades.

Ao apertar o cerco contra os piratas, a Secretaria da Receita Federal bateu o recorde de apreensões no ano passado, ao retirar do mercado produtos avaliados em R$ 1,7 bilhão, um montante 34% acima do R$ 1,27 bilhão confiscado dos criminosos em 2010. Em 2004, quando foi criado o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, as apreensões totalizaram R$ 452 milhões, quase um quarto do valor atual. Entre os itens mais pirateados, apenas CDs e DVDs registraram uma queda importante no total de unidades retidas, com um total de 3,77 milhões de cópias, contra as 5,79 milhões de 2010 e as 9,31 milhões de 2009, quando pararam de crescer. Ao que tudo indica, perderam espaço para os arquivos de músicas e filmes baixados – também ilegalmente – na web.

O topo da lista de mercadorias apreendidas foi ocupado por cigarros falsos ou contrabandeados, com 4,52 milhões de pacotes, confirmando uma escalada que vem desde 2008 (foram 1,71 milhão de pacotes naquele ano, 2,70 milhões em 2009 e 3,42 milhões em 2010). As bebidas, que caíram de 152 mil litros em 2009 para 106 mil litros em 2010, voltaram a subir, com 136 mil litros no ano passado. Os softwares deram um salto de 80%, passando de 1,72 milhão de unidades piratas confiscadas em 2010 para 3,15 milhões em 2011. O volume de equipamentos de informática retidos, que havia caído de 105 mil em 2009 para 98 mil em 2010, foi para 195 mil, exatamente o dobro. Os eletrônicos apreendidos chegaram a 285 mil unidades, a segunda queda seguida (foram 431 mil em 2009 e 393 mil em 2010), o que parece ser um reflexo do aumento das viagens internacionais dos brasileiros.

Já o aumento mais expressivo e assustador tem sido o de medicamentos. Segundo o último relatório Brasil Original, pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria, a apreensão de remédios falsos, contrabandeados, impróprios ou sem registro evoluiu de 496 mil unidades em 2008 para 3,2 milhões em 2009 e 18,5 milhões em 2010. O CNCP não divulgou o balanço relativo a 2011, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiantou que apenas os remédios falsos passaram de 67 mil unidades para 850 mil no último ano. “Os criminosos, que antes falsificavam basicamente remédios para tratamento de disfunção erétil e obesidade, passaram a produzir placebos para doenças crônicas, como câncer e aids”, alerta Paulo Abrão, presidente do CNCP.

O aperto da repressão levou a Receita Federal, no fim do ano passado, a fazer a sua maior apreensão até hoje. Durante a Operação Barba Negra, desencadeada por agentes da Alfândega do Porto de Itajaí, em Santa Catarina, foram descobertos 13 contêineres de produtos ilegais vindos da China, somando 260 toneladas de artigos variados como relógios, camisas e tênis. A carga, com valor estimado em mais de R$ 50 milhões, aguarda o momento de ser destruída.

“A morosidade no processo de destruição de produtos ilegais é um entrave que precisamos resolver, pois a legislação atual exige que cada item seja periciado individualmente. Com isso, os armazéns da Receita Federal estão abarrotados”, pondera Roberto Abdenur, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO). Ele ressalta que há mais de um ano foi feito um projeto de lei para apressar esse trâmite, introduzindo a perícia por amostragem, mas que ainda não recebeu a devida atenção dos parlamentares. Em 2011, foram destruídos apenas 3,5 mil toneladas de mercadorias piratas, avaliadas em R$ 353,6 milhões – cerca de um quinto do valor total do volume apreendido ao longo do ano.

Especial Pirataria: Verdadeiro ou falso?


Fonte: Valor Econômico

O Brasil que não aparece nos registros oficiais movimentou, em 2011, US$ 653,4 bilhões, o equivalente a 17,2% da riqueza nacional produzida no ano passado e a todo o PIB argentino. Essa economia subterrânea, apurada pela Fundação Getúlio Vargas, em conjunto com o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), vem diminuindo gradativamente no país nos últimos anos, em termos percentuais, mas continua crescendo em números absolutos: correspondia a 21% do PIB brasileiro em 2003, quando somou US$ 357,3 bilhões, e a 18,7% em 2008, quando alcançou US$ 566,6 bilhões de operações econômicas à margem dos impostos, dos direitos trabalhistas e dos controles burocráticos.

Para chegar a esses valores, os pesquisadores consideraram, entre outras variáveis, a demanda de moeda, o volume de depósitos bancários, a carga de tributos diretos e o total de trabalhadores sem carteira assinada.

Um dos motores desse robusto mercado paralelo é a pirataria, que no seu sentido mais amplo inclui a reprodução não autorizada de qualquer produto protegido por direito autoral, marca ou patente. A parte que cabe à pirataria nesse bolo, porém, nunca foi medida com precisão, embora seus efeitos possam ser sentidos por todos. As estimativas mais atualizadas responsabilizam os produtos piratas por um prejuízo anual de R$ 32 bilhões e pela supressão de dois milhões de empregos formais. “São cifras divulgadas pelo Ministério da Justiça em 2005 que servem de referência até hoje. Podem ser exageradas, mas não estão longe da verdade”, diz Rafael Bellini, secretário-executivo do Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), que reúne entidades setoriais e empresas suscetíveis às cópias ilegais e à falsificação de produtos.

O que se sabe, com certeza, é que a pirataria se alimenta da própria evolução tecnológica, que facilita a produção de réplicas, e conta com o forte argumento dos preços mais baixos para arrebanhar consumidores. Ou seja, é um inimigo difícil de ser batido. “Ao mesmo tempo em que estamos conseguindo reduzir o índice de reprodução ilegal nos softwares, por exemplo, vemos com preocupação as falsificações de remédios, que aumentaram muito nos últimos anos”, constata Paulo Abrão, presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), integrado por representantes de vários ministérios e de entidades civis, incluindo ETCO e FNCP.

A dificuldade na guerra contra a pirataria explica por que o CNCP comemora o momento em que o Brasil se aproxima do equilíbrio na circulação de softwares legais e pirateados, por exemplo. O último dado do setor, levantado pela Business Softwares Alliance (BSA), entidade mais representativa da indústria mundial de TI, indica que o índice de softwares ilegais no Brasil foi de 54% em 2010, o que parece muito, mas tem sabor de vitória na comparação com os anos anteriores: era de 56% em 2009, 60% em 2006 e 90% em 1989.

O estudo da BSA, realizado em 116 países, mostra que o índice de pirataria oscilou de 42% para 43% em 2010, alcançando valor comercial de US$ 58,8 bilhões, quase o dobro do apurado em 2003. A fatia do Brasil nessa conta foi de US$ 2,6 bilhões, o que nos coloca em quinto lugar no ranking de faturamento de software pirata, atrás dos EUA, China, Rússia e Índia – apesar de ter o menor índice mundial, em torno de 20%, o vigor do mercado interno dos EUA elevou a movimentação pirata para US$ 9,5 bilhões.

A pesquisa mostra ainda que os países emergentes consomem apenas 19% da produção mundial de softwares legais, embora tenham acabado de superar os mercados consolidados na compra de computadores pessoais (50,1% contra 49,9%). E projeta que uma redução em dez pontos percentuais na reprodução ilegal de programas de computador em termos globais, ao longo de quatro anos, criaria US$ 142 bilhões em novas atividades econômicas, abrindo 500 mil postos de trabalho de alta tecnologia e engordando as receitas dos diversos países em US$ 32 bilhões.

Para alcançar esse resultado, porém, seria preciso avançar na conscientização dos consumidores de países emergentes, que em sua maioria (51%) não percebem a ilegalidade na reprodução de programas para uso dentro das empresas – a irregularidade mais comum. “Quem reproduz um software pratica um roubo igual a qualquer outro. É isso que as pessoas precisam entender”, avalia Gerson Schmitt, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Softwares (Abes).

Enquanto o consumo de softwares ilegais cai, uma pesquisa da Fecomércio-RJ/Ipsos, realizada com mil moradores de 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas, aponta em outra direção. Segundo o levantamento, 52% dos brasileiros compraram algum produto pirata em 2011, contra 48% que o fizeram em 2010. Para o presidente-executivo do ETCO, Roberto Abdenur, dados como esses indicam a importância das campanhas de esclarecimento, enfatizando para o público consumidor o fato de que a pirataria está sempre ligada a alguma rede criminosa. “O que está em jogo é nossa capacidade de criar um ambiente de segurança jurídica no país e, com isso, atrair investimentos.”

Peruana Belcorp vai investir US$ 200 milhões no Brasil


Fonte: Valor Econômico

A empresa peruana de venda direta de cosméticos Belcorp, terceira maior da América Latina, atrás de Natura e Avon, anunciou ontem que vai investir US$ 200 milhões na operação brasileira até 2015, quando pretende alcançar um faturamento de R$ 400 milhões, com 200 mil consultores.

A companhia começou a operar no país em outubro do ano passado, em dez Estados. Hoje está presente em todas as capitais e nas principais cidades do Brasil, de acordo com Claudio Eschecolla, diretor-geral da Belcorp Brasil. No mundo, o grupo faturou US$ 1,6 bilhão em 2011, um crescimento de 24% sobre 2010. A empresa é líder na Colômbia e no Peru, onde foi criada em 1968.

Hoje, a Belcorp Brasil importa grande parte dos produtos e uma pequena parcela é fabricada por terceiros em Jundiaí (SP). O centro de distribuição, em São Paulo, também é terceirizado. “A tendência natural é migrar para uma estrutura própria”, diz Eschecolla, que planeja ter fábrica e centro de distribuição próprios até 2015. “Queremos ter pelo menos 80% da produção feita aqui”, diz Luis Salcedo, vice-presidente da Belcorp para a região que engloba o Brasil.

Em 2012, o foco da empresa será aumentar sua rede de distribuição, hoje formada por 50 mil consultores, para investir em mídia de forma mais forte a partir de 2013. Em todos os países onde atua, a Belcorp tem mais de 900 mil consultoras. Em 2011, a companhia subiu uma posição no ranking de vendas diretas da revista “Direct Selling News” e se tornou a décima maior empresa desse canal de vendas no mundo.

As metas da Belcorp são ambiciosas. Segundo o executivo, o objetivo é ser a maior empresa de venda direta de cosméticos da América Latina. Para isso, terá que alcançar a liderança no Brasil, maior mercado de beleza da região. “Vai depender das condições de mercado, mas nosso foco e nossos investimentos estão voltados para sermos o número um do Brasil em dez anos”, afirma Eschecolla, que classifica o plano como audacioso.

As líderes do mercado brasileiro, Natura e Avon, já obtêm hoje uma receita no país muito maior do que a Belcorp planeja atingir em 2015. A Natura, quarta empresa de venda direta no ranking global, vendeu US$ 3 bilhões em 2011 e vai investir, só em 2012, R$ 420 milhões. O Brasil responde por 60% do faturamento da Avon na América Latina (a soma na região atingiu US$ 5,1 bilhões em 2011), como apurou ontem o Valor.

O Brasil é o terceiro mercado mundial de beleza e é o país onde o segmento mais cresce – no ano passado avançou 18,9% e movimentou US$ 43 bilhões. Como todos querem uma fatia desse bolo, a concorrência não está fácil para ninguém. Natura e Avon perderam mercado em 2011.

Eschecolla vê como diferenciais da Belcorp as marcas segmentadas, que atingem perfis e classes sociais diversos, e o modelo de remuneração multinível, no qual uma líder recebe pelas vendas das consultoras que indicar. O portfólio da Belcorp no Brasil tem cerca de 800 itens e três marcas com posicionamentos diferentes, e cada uma tem um catálogo próprio.

O executivo, de 46 anos, trabalhou durante 19 anos na Natura, onde foi diretor para as regiões Norte e Nordeste, após ocupar outros cargos. Na Belcorp, comandou a operação da América Central nos últimos dois anos, da Costa Rica.

Chagas, malária e dengue têm apoio modesto


Fonte: Brasil Econômico

A GlaxoSmithKline Brasil (GSK) é um dos laboratórios com mais experiência no desenvolvimento de medicamentos para as chamadas doenças negligenciadas.

Entram nessa categoria doenças como o Chagas e Leishmaniose que, por estarem concentradas em países pobres ou em desenvolvimento, não resultam em grandes retornos financeiros às companhias. No Brasil, a lista de doenças negligenciadas inclui ainda problemas como a dengue e esquistossomose.

No país, os aportes da empresa para descobrir a cura dessas doenças são pequenos, de R$ 3 milhões, especialmente sem comparação com os investimentos anuais de US$ 5,8 bilhões em pesquisa e desenvolvimento (P&D) da companhia. Mas são uma das maiores apostas do governo.A empresa fechou uma parceria com as instituições públicas Fapesp e CNPq, como parte do projetoTrust in Science desenvolvido pela GSK em vários pontos do mundo. O foco é dar apoio a pesquisadores locais que estudem moléstias tropicais e negligenciadas (como a leishmaniose) e metabólicas (diabetes), entre outras. Na primeira fase, foram 48 inscritos e 8 selecionados para receber financiamento para pesquisas.

A meta é compartilhar com a Fiocruz, de quem é parceira desde 1985, conhecimentos sobre o combate a malária, tuberculose, entre outras.

No final de 2011, a partir de pesquisas desenvolvidas em um modelo de parceria semelhante ao firmado com o governo brasileiro, a empresa descobriu uma vacina eficiente para o combate da malária africana, cujo vírus é diferente da variação presente no Brasil.

O país também faz parte da DNDi (Medicamentos para Doenças Negligenciadas, na sigla em inglês), uma aliança entre Ministérios da Saúde e laboratórios públicos e privados de diversos países para o desenvolvimento de pesquisas de doenças negligenciadas.

A GSK é uma das empresas parceiras do projeto, ao lado de outras gigantes do setor, como a Novartis, a Pfizer e Merck.

Queda da Novartis no primeiro trimestre de 2012


Fonte: Valor Online

O primeiro trimestre deste ano da suíça Novartis fechou com baixa de 8% no lucro líquido, comparado ao mesmo período do ano passado, para US$3,09 bilhões. Na diluição por ação da companhia, o valor foi de US$ 1,27, queda de 10%, na mesma comparação.
Um comunicado da diretoria da empresa revelou que o desempenho foi afetado pela sua divisão de genéricos, Sandoz, que havia alcançado número mais altos em 2011. Além da parada em uma fábrica dos Estados Unidos, que afetou os ganhos com o segmento de saúde do consumidor.
Com isso, a receita líquida da companhia somou US$ 13,73 bilhões no primeiro trimestre, caindo 2% na comparação anual. O elevado custo das vendas derrubou o lucro operacional, que cedeu 17% para US$ 2,81 bilhões.

Abbott cresce dois dígitos


Fonte: Portal Fator Brasil

A Abbott revelou seu fechamento do primeiro trimestre deste ano, fechando com 13,2% de aumento – US$1,03 por ação. As vendas mundiais subiram por volta de 6% (desconsiderando as diferenças cambiais), ou de 4.6% (considerando as diferenças cambiais).
Após os resultados, a empresa está revendo, para cima, sua previsão inicial de ganhos por ação para entre US$5 a US$ 5,10 (previsão inicial de US$ 4,95 a US$ 5,05), o que reflete outro ano de forte desempenho.
“A Abbott teve um forte começo de 2012, proporcionando ganhos contínuos de dois dígitos por ação”, afirmou o chairman e CEO da empresa, Milles D White. “Como resultado desse desempenho, estamos revendo nossa previsão para o ano de 2012. Durante o trimestre, também anunciamos o lançamento de vários novos produtos e parcerias estratégicas para aprimorar o portfólio de cada um de nossas maiores áreas de negócios. E nós continuamos concentrados no processo de separação da Abbott em duas grandes empresas, processo que deverá estar completado no final do ano”.

Ação de farmacêuticos para a população


Fonte: G1

O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CRF-SP) realizará uma campanha no próximo sábado, em diversas cidades de São Paulo. A ação “Farmacêutico na Praça” conscientizará a população sobre o uso correto de medicamentos, perigos da automedicação, entre outros.
Além disso, visa informar os cidadãos sobre a importância da prevenção, acompanhamento e controle de doenças crônicas como o diabetes e a hipertensão arterial, assim como alertar que o farmacêutico é um profissional de saúde acessível, que pode ajudar nesse controle.
A campanha será realizada simultaneamente em 20 cidades paulistas e na cidade do Centro Oeste Paulista. Farmacêuticos voluntários oferecerão serviços gratuitos à população como aferição de pressão arterial e aferição de glicemia capilar (diabetes).

Rede Drogal patrocina evento para estudantes


A Rede Drogal está patrocinando o II Workshop Municipal de Formação Profissional de Piracicaba, voltado a estudantes do ensino médio do município. Realizado pela Secretaria Municipal do Trabalho e Renda de Piracicaba (Semtre), o evento conta com 16 instituições técnicas expondo seus cursos e as oportunidades de mercado para quem está escolhendo uma profissão. “Justamente por colaborar com a educação e orientar estudantes e seus familiares que a Rede Drogal investe neste evento” explica o gerente de marketing da empresa, Alex Camargo.

Serviço:
Local: Engenho Central – Piracicaba
Data: 25 a 28 de abril de 2012,
Horário: Quarta a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 19h às 22h. No sábado, das 9h às 14h
Mais informações: www.workshopformacao.com.br

Regularização de descarte no Piauí


Fonte: GP1

A deputada estadual Liziê Coelho (PTB) apresentou um projeto de lei que se baseia na regularização do descarte de medicamentos deteriorados ou fora do prazo de validade, no Piauí. De acordo com a proposta, farmácias e drogarias do Estados deverão ser obrigadas a manter recipientes para coleta de medicamentos, cosméticos, insumos farmacêuticos e correlatos.
A parlamentar explicou que o descarte inadequado de medicamentos representa um grande risco à saúde e ao meio ambiente. “Quando esses medicamentos são descartados no lixo ou em esgotos eles podem contaminar as águas e o solo. Esse é um perigo desconhecido pela maioria da população que por falta de informação acredita que o lixo é o melhor destino para essas substâncias”, declarou.
Dados do Ministério da Saúde mostram que somente 2,7% das pessoas já tiveram alguma orientação sobre descarte de medicamentos vencidos. O levantamento informou que 75,32% das pessoas descartam a medicação junto com o lixo doméstico e 6,34% dos entrevistados jogam essas substâncias na pia ou no vaso sanitário.